December 13, 2011
Imperfection is beauty, madness is genius and it’s better to be absolutely ridiculous than absolutely boring.
Marilyn Monroe

Imperfection is beauty, madness is genius and it’s better to be absolutely ridiculous than absolutely boring.

Marilyn Monroe

December 7, 2011   366 notes

(via moviesandfood)

November 28, 2011
Steven Meisel 
Sex - 1992

Steven Meisel 

Sex - 1992

November 28, 2011
”(…) I demand a creature of another sex, but as hideous as myself; the gratification is small, but it is all that I can receive, and it shall content me. It is true, we shall be monsters, cut off from all the world; but on that account we shall be more attached to one another. Our lives will not be happy, but they will be harmless and free from the misery I now feel.”
Frankenstein - Mary Shelley 

”(…) I demand a creature of another sex, but as hideous as myself; the gratification is small, but it is all that I can receive, and it shall content me. It is true, we shall be monsters, cut off from all the world; but on that account we shall be more attached to one another. Our lives will not be happy, but they will be harmless and free from the misery I now feel.”

Frankenstein - Mary Shelley 

November 16, 2011   73 notes
‘Cause anything’s better than posh isolation.

‘Cause anything’s better than posh isolation.

(Source: farewellmyqueen, via oldvalencia)

November 16, 2011
“Os deuses me concederam quase tudo: eu possuía o gênio, um nome, posição, agudeza intelectual, talento. Fiz da arte uma filosofia e da filosofia uma arte, não havia nada que dissesse ou fizesse que não provocasse a admiração das pessoas. Peguei o drama, a mais objetiva das formas de arte que se conhece, e transformei-o numa forma de expressão tão pessoal quando o poema lírico ou o soneto, ao mesmo tempo em que ampliava seu alcance e enriquecia as suas características. Drama, novela, poema em prosa ou verso, diálogos fantásticos ou sutis, o que quer que eu tocasse tornava belo, com um novo tipo de beleza: atribuí à própria verdade, como sua legítima jurisdição, tanto o que é falso quando o que é verdadeiro e demonstrei que o falso e o verdadeiro são apenas formas de vida intelectual. Tratei a arte como a suprema realidade e a vida como uma mera ficção. Despertei a imaginação do século em que vivi, para que criasse um mito e uma lenda em torno da minha pessoa. Resumi todos os sistemas numa única frase e toda a existência numa epígrafe. Além de todas essas coisas eu ainda tinha algo diferente. Divertia-me ser um flâneur, um dândi, um homem da moda. Cerquei-me de naturezas menores e de inteligências medíocres. Dissipar o meu próprio gênio e desbaratar uma juventude que me parecia eterna provocava em mim uma estranha alegria. Cansado das alturas, desci voluntariamente às profundezas em busca de novas sensações. O que o paradoxo significava para mim no âmbito do pensamento, a depravação passou a significar no âmbito das paixões. No fim o desejo era como uma doença, uma loucura, ou ambas. Deixei de pensar nos outros, desfrutava o prazer onde quer que o encontrasse e seguia adiante. Esqueci que cada pequena ação cotidiana pode fazer ou desfazer um caráter e que tudo aquilo que fazemos no segredo da alcova teremos que confessá-lo um dia, gritando do alto dos telhados. Deixei de ser senhor de mim mesmo. Já não era mais o comandante da minha alma e não sabia. Permiti que o prazer dominasse e acabei caindo em terrível desgraça. Agora só uma coisa me resta: a mais absoluta humildade.”
De Profundis - Oscar Wilde

“Os deuses me concederam quase tudo: eu possuía o gênio, um nome, posição, agudeza intelectual, talento. Fiz da arte uma filosofia e da filosofia uma arte, não havia nada que dissesse ou fizesse que não provocasse a admiração das pessoas. Peguei o drama, a mais objetiva das formas de arte que se conhece, e transformei-o numa forma de expressão tão pessoal quando o poema lírico ou o soneto, ao mesmo tempo em que ampliava seu alcance e enriquecia as suas características. Drama, novela, poema em prosa ou verso, diálogos fantásticos ou sutis, o que quer que eu tocasse tornava belo, com um novo tipo de beleza: atribuí à própria verdade, como sua legítima jurisdição, tanto o que é falso quando o que é verdadeiro e demonstrei que o falso e o verdadeiro são apenas formas de vida intelectual. Tratei a arte como a suprema realidade e a vida como uma mera ficção. Despertei a imaginação do século em que vivi, para que criasse um mito e uma lenda em torno da minha pessoa. Resumi todos os sistemas numa única frase e toda a existência numa epígrafe. Além de todas essas coisas eu ainda tinha algo diferente. Divertia-me ser um flâneur, um dândi, um homem da moda. Cerquei-me de naturezas menores e de inteligências medíocres. Dissipar o meu próprio gênio e desbaratar uma juventude que me parecia eterna provocava em mim uma estranha alegria. Cansado das alturas, desci voluntariamente às profundezas em busca de novas sensações. O que o paradoxo significava para mim no âmbito do pensamento, a depravação passou a significar no âmbito das paixões. No fim o desejo era como uma doença, uma loucura, ou ambas. Deixei de pensar nos outros, desfrutava o prazer onde quer que o encontrasse e seguia adiante. Esqueci que cada pequena ação cotidiana pode fazer ou desfazer um caráter e que tudo aquilo que fazemos no segredo da alcova teremos que confessá-lo um dia, gritando do alto dos telhados. Deixei de ser senhor de mim mesmo. Já não era mais o comandante da minha alma e não sabia. Permiti que o prazer dominasse e acabei caindo em terrível desgraça. Agora só uma coisa me resta: a mais absoluta humildade.”

De Profundis - Oscar Wilde

November 8, 2011
Lying’s the most fun a girl can have without taking her clothes off - but it’s better if you do.

Lying’s the most fun a girl can have without taking her clothes off - but it’s better if you do.

October 24, 2011   4,471 notes

(via fuckyeahmcadams)

October 21, 2011
October 21, 2011

João: Basta de espírito. Toda gente agora é espirituosa. Não se pode ir a parte alguma sem encontrar gente espirituosa. Já é mal de todos. Quem me dera que sobrassem alguns pobres de espírito! 

Algernon: Sobram, sim.

João: Gostaria muito de conhecê-los. De que falam eles?

Algernon: Os pobres de espírito? Oh! Dos espirituosos, naturalmente.

Algernon: Que pobres de espírito!

A Importância de Ser Prudente - Oscar Wilde