Imperfection is beauty, madness is genius and it’s better to be absolutely ridiculous than absolutely boring.
Marilyn Monroe
Steven Meisel
Sex - 1992
”(…) I demand a creature of another sex, but as hideous as myself; the gratification is small, but it is all that I can receive, and it shall content me. It is true, we shall be monsters, cut off from all the world; but on that account we shall be more attached to one another. Our lives will not be happy, but they will be harmless and free from the misery I now feel.”
Frankenstein - Mary Shelley
“Os deuses me concederam quase tudo: eu possuía o gênio, um nome, posição, agudeza intelectual, talento. Fiz da arte uma filosofia e da filosofia uma arte, não havia nada que dissesse ou fizesse que não provocasse a admiração das pessoas. Peguei o drama, a mais objetiva das formas de arte que se conhece, e transformei-o numa forma de expressão tão pessoal quando o poema lírico ou o soneto, ao mesmo tempo em que ampliava seu alcance e enriquecia as suas características. Drama, novela, poema em prosa ou verso, diálogos fantásticos ou sutis, o que quer que eu tocasse tornava belo, com um novo tipo de beleza: atribuí à própria verdade, como sua legítima jurisdição, tanto o que é falso quando o que é verdadeiro e demonstrei que o falso e o verdadeiro são apenas formas de vida intelectual. Tratei a arte como a suprema realidade e a vida como uma mera ficção. Despertei a imaginação do século em que vivi, para que criasse um mito e uma lenda em torno da minha pessoa. Resumi todos os sistemas numa única frase e toda a existência numa epígrafe. Além de todas essas coisas eu ainda tinha algo diferente. Divertia-me ser um flâneur, um dândi, um homem da moda. Cerquei-me de naturezas menores e de inteligências medíocres. Dissipar o meu próprio gênio e desbaratar uma juventude que me parecia eterna provocava em mim uma estranha alegria. Cansado das alturas, desci voluntariamente às profundezas em busca de novas sensações. O que o paradoxo significava para mim no âmbito do pensamento, a depravação passou a significar no âmbito das paixões. No fim o desejo era como uma doença, uma loucura, ou ambas. Deixei de pensar nos outros, desfrutava o prazer onde quer que o encontrasse e seguia adiante. Esqueci que cada pequena ação cotidiana pode fazer ou desfazer um caráter e que tudo aquilo que fazemos no segredo da alcova teremos que confessá-lo um dia, gritando do alto dos telhados. Deixei de ser senhor de mim mesmo. Já não era mais o comandante da minha alma e não sabia. Permiti que o prazer dominasse e acabei caindo em terrível desgraça. Agora só uma coisa me resta: a mais absoluta humildade.”
De Profundis - Oscar Wilde
Lying’s the most fun a girl can have without taking her clothes off - but it’s better if you do.
João: Basta de espírito. Toda gente agora é espirituosa. Não se pode ir a parte alguma sem encontrar gente espirituosa. Já é mal de todos. Quem me dera que sobrassem alguns pobres de espírito!
Algernon: Sobram, sim.
João: Gostaria muito de conhecê-los. De que falam eles?
Algernon: Os pobres de espírito? Oh! Dos espirituosos, naturalmente.
Algernon: Que pobres de espírito!
A Importância de Ser Prudente - Oscar Wilde